À minha professora favorita que me disse para nunca desistir. À minha paixão da 5° série, que eu pensei que eu realmente amava. Às garotas que senti falta e os garotos que nós beijamos. Onde estão vocês agora? Aos meus ex-melhores amigos, que eu não sei como nos separamos. À minha banda favorita, e as cantorias no meu carro. Aos rostos que eu vejo em minhas memórias. Onde estão vocês agora? Ao meu primeiro namorado, que eu pensei que com certeza fosse o certo. Ao meu último namorado, desculpa por ter estragado tudo. À todos aqueles que eu amei, mas insuficientemente demonstrei. Onde estão vocês agora? E eu nunca vou ver aqueles dias novamente. E as coisas nunca serão daquele jeito. Mas isso é apenas como as coisas são. As pessoas mudam, mas eu sei, não esquecerei vocês. Para aqueles que se preocupavam, e aqueles que estiveram lá desde o início. Ao amor que partiu e levou um pedaço do meu coração. Aos poucos que prometeram que nunca iriam à lugar algum. Onde estão vocês agora?
Onde estão vocês agora? Porque eu estou pensando em vocês. Vocês me mostraram como viver assim como faço. Se não fosse por vocês, eu nunca seria quem eu sou. Onde estão vocês agora?
(Eu copiei da Jô, fato.)
acreditar por um instante em tudo que existe, e acreditar que o mundo é perfeito e que todas as pessoas são felizes.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Capitulo 19.
Esta vivia no norte se São Paulo. Vivia em uma casa - que mal dava para determiná-la assim, de casa, pois era construída de madeiras em péssimo estado, e cheia de buracos,em determinados locais podia-se ver quem estava no cômodo ao lado, dava-lhes a mínima segurança, o telhado mal era coberto, podia se ver a camada verde que com o passar do tempo tornou-se preta engrossar,quando chovia a água tomava conta da 'casa' - simples, e a condição financeira era péssima. Ela não trabalhava e seu marido aparecia em casa somente para dormir, não colaborando com nada. Mantinha sua família apenas com as ajudas que sua vizinha proporcionava, e com as ajudas que ela buscava – quando buscava. Ajuda que não era muita, porém, dava pra alimentar, um pouco, seus filhos. Era dessa forma que eles estavam conseguindo viver, e assim continuaria. Talvez ela sonhasse que um dia ela sairia daquele lugar, daria uma boa escola a seus filhos, boas roupas, uma ótima comida – comida que teria em abundancia – e passaria a nunca mais lembrar que um dia viver daquela forma. Talvez. Mas ela preferia basear-se na sua situação real, sonhos não era algo que ela gostava de formular. A situação podia mudar, mas não seria através de sonhos, ela tinha certeza. Ela nunca pensara em quantos filhos teria, mas nunca imaginara que teria essa quantidade, e que viveriam nessas condições. Ela sempre teve força de vontade de batalhar por um futuro, só que agora, ela sabe o que um coração partido pode fazer na vida de uma pessoa. Ela tentou manter sua cabeça naquele homem que a tempo ela conheceu e que a conquistou, e que juntos formularam sonhos e mais sonhos. Ela tentou lembrar-se de tudo que o agradava. Queria repetir estes atos, era a chance de mantê-lo em casa. Essa era a chance. Com o embalar desses pensamentos horas se passaram, até que ela escutou um estouro vindo de fora. Era seu marido. Ele havia voltado.
Rapidamente ela pulou da cama – que por ter sido usada por muito tempo, e ter sido mal conservada, rangeu – e foi até o encontro daquele homem.
Essa raiva foi se misturando com tristeza. Nem mais amor aos seus filhos ela tinha. Ela não agüentava mais inventar histórias para eles, para que suas perguntas a respeito do pai fossem respondidas. Ela pensou em matá-lo na próxima vez que ele pisasse naquela casa, porém ela não sabia se um dia isso iria acontecer. E se caso acontecesse, ela não tinha a mínima noção de quando seria. Mas tinha uma certeza, nunca conseguiria matar o único homem que ela amou em toda sua vida. Então desistiu da hipótese.
Quando morava com sua família - seus pais e dois irmãos - ela desfrutava de uma vida confortável, de uma vida boa. Porém, mesmo sempre tendo tudo o que ela queria, mesmo seus pais lhe ofertando as melhores coisas, ela não se sentia feliz. Até que conheceu Mario. Ela se apaixonou. Ele a conquistou com suas palavras, com suas promessas, com suas juras de amor eterno. E ela, como uma jovem inocente, acreditou. Ele o levou para cama, e a partir daí, ela passou a ser 'cega' por ele. Mesmo ele demonstrando que não era mais tão apaixonado por ela, não falando mais aquelas lindas palavras, ela não o largou, continuou perdidamente apaixonada. Eles namoraram por 2 anos escondidos de todos, até que sua irmã os flagrou juntos, e contou para seu pai. Seu pai, a proibiu de manter uma relação com ele, e a prendeu dentro de casa. Por dois meses ela ficara trancada em seu quarto, até que Mario conseguiu tirá-la de lá.
Um mês se passou e Mario retornou à sua casa. Porém não era mais uma de suas voltas que normalmente, antigamente, fazia. Voltou apenas para pegar suas duas peças de roupas, que ele possuía - era tudo que ele tinha dentro daquela casa. Estava determinado que esta seria a ultima vez que ele pisaria naquela casa.
- Por que está pegando suas coisa? - Rosalie perguntou aos berros.
Ele demonstrando impaciência, e pressa. Amontoou com mais pressas suas coisas.
- Tô indo embora, não interessa pra onde eu vou, não quero que me sigas.
- Pra onde pensas que vais? Nem família tens pra te oferecer um abrigo. Você sumiu por todo esse tempo, e quer sair por aquela porta sem nenhuma satisfação a me dar?
Ela se mostrara com mais raiva do que pretendia. O que tornou a situação pior do que já estava.
- Como já falei não interessa. Não quero você a minha volta. Vou começar uma vida nova, bem longe daqui. Bem longe de você.
- E seus filhos?
- Eles não são meus filhos, são somente seus. Somente seus!
Ela ficou mais indignada ainda com suas duras palavras. E o deixou partir, não queria sofrer mais ainda. Ela nunca pensara que um dia passaria por aquela situação, nunca pensara que um dia seu marido a largaria. Nunca pensou que poderia criar raiva da pessoa que ela mais amou em toda sua vida. Mas isso estava acontecendo. Por mais dura que fosse a realidade, era a realidade. Uma realidade pior do que ela poderia suportar.
Ele saiu porta a fora, sem nem se quer olhar para trás. Estava determinado. O que quer que tenha o feito largar aquilo, era bom o bastante para ele nem se quer pensar duas vezes. Seu olhar era vazio, não mostrava nenhum sentimento. Com isso ela acabara percebendo que aquele homem, não era o que ela tinha em planos, não era aquele homem que ela imagina. Era apenas uma ilusão.
Após a discussão ela sentou-se ao chão. E ali ficou por horas, sem se mexer, perplexa com a situação. Levantou-se dali apenas quando seu filho mais novo chorou. Chorou de fome. Era preciso alimentá-lo. Com poucas as forças que tinha pegou seu filho, e o amamentou em sua cama. Onde depois de muito sofrer, caiu no sono.
Duas semanas se passou e ela nada fez. Apenas alimentava seus filhos, e tentava cair na realidade. Após essas duas semanas ela tomou uma decisão, e não estava querendo perder tempo. Precisava realizar em menos tempo possível e o mais rápido possível. Levantou-se de sua cama, determinada a começar o que tinha em mente.
Seu plano estava todo feito em sua mente. Ela havia pensando em cada detalhe, estava tudo pronto para que ela começasse a colocar em ação.
Ela trocou de roupa, e pediu para que sua filha, a mais velha de todos os filhos, se arrumasse, para que ambas fossem dar uma volta. A menina estranhou a vontade da mãe, porém nada disse. Ela tinha muito medo de sua mãe, decorrente aos últimos dias, pois sua mãe não se mostrava estar em seu estado 'normal'. Parecia nem estar vivendo, apenas estava acordada, talvez pra ela: infelizmente.
A menina de forma rápida colocou a roupa que mais gostava. Ela não era daquelas meninas cheias de frescurinha que ficava escolhendo a roupa mais bonitinha, e assim por diante. Mesmo que, ela não podia, pois não tinha condições de comprar suas roupas, roupas belas. Ela tinha apenas algumas peças de roupa, algumas, bem poucas. Que ficavam em cima de um pedaço de madeira - pendurado na parede para que assim pudessem ser colocadas as roupas ali em cima, era uma madeira fraca, e ficava balançando, pois estava pregada de forma incorreta, na beirada da madeira havia umas pontas bem fininhas, onde muitos de seus irmãos já haviam se ferido -, dentro do quarto que ela dividia com os outros irmãos. Ela colocou uma blusinha branca, simples, e um macacãozinho, jeans, foi até a porta de casa e pegou sua sandália - um chinelinho de dedo, que estava quase arrebentando, era o único que ela tinha. O calçou. Foi até o banheiro e penteou seus longos e rebeldes cabelos. E ficou esperando que sua mãe terminasse de se arrumar.
Após sua mãe está pronta, ambas desceram os dois degrais - umas pilhinhas de tijolos quebrados, que estavam mal empilhados, assim ficavam em movimento - que ficavam na porta da casa. Margareth foi até a casa de sua vizinha, pediu para que a vizinha fosse até a casa dela, para que assim, pudesse cuidar de seus filhos. A vizinha aceitou, pois Margareth alegou que iria levar sua filha ao médico.
A menina estava toda empolgada para o passeio que iria dar com sua mãe. Ela não sabia ao certo aonde ia, mas já que estava com sua mãe, estava feliz. Era a primeira vez que ela iria sair, sozinha, com ela. Sua mãe nunca a convidava para dar uma volta, ou ao menos, conversava com ela.
Ela desceram a rua, sem ao menos dizer uma única palavra. Caminhavam de forma devagar pela rua. Chegaram ao fim da rua, e a menina estava toda esperançosa que sua mãe iria levá-la ao parque, que ficava do outro lado do fim da rua, em um terreno vazio. Mas Margareth nem se quer olhou para o parque, foi virando para a direita, entrando em outra rua. A menina já não sabia onde estava indo. Nunca saíra daquele bairro, a não ser quando acompanhava sua mãe quando ela ia ao hospital, para ter seus filhos.
- Se apresse, vamos mais rápido! - Exigiu a mãe, com uma voz fraca, parecendo com medo do que estava fazendo, ou iria fazer.
- Ta bom, mamãe. - A menina ficou mais tímida ainda, diante a forma no qual sua mãe lhe dirigiu a palavra, e a obedeceu, apressando seu passo.
Mesmo com as poucas palavras, e que as palavras ditas não fossem agradáveis, a menina não conteve sua felicidade, e estampou um sorriso na cara, com brilho nos olhos.
Ruas e ruas se passavam. Um lugar distante, onde a menina nunca havia pisado antes. Se sua mãe havia ido ali antes, ou não, ela não sabia, sua mãe não lhe contava aonde ia. A cada passo que davam à frente menos luz a menina via. As ruas iam se tornando cada vez mais escuras, sem iluminação alguma.
Até que depois de 10 minutos andando, por ruas e mais ruas, que não pareciam ter fim, a menina se depara com uma gigantesca praça. Era uma praça bem iluminada, havia vários bancos ao redor dela. Os bancos não estavam pintados, aliás, ainda havia um restinho de tinta em cada banco, mas que com o tempo, iria se apagar. No centro da praça havia um poço. Um poço enorme, que raramente era usado. O poço tinha quatro metros de profundidade, sendo que dois metros estavam cobertos de água. A praça estava vazia, como geralmente era encontrada. As pessoas que moravam próximos a praça não o freqüentavam, pois era uma praça que não tinha nenhuma atração que os interessasse.
Elas rodeavam a praça, com passos devagar. Rosalie olhava para todos os lados, como se houvesse desconfiando de algo. A menina se encantava com o passeio, apesar de que não era em um lugar muito agradável. Andavam, andavam, passavam pelos bancos, olhavam a paisagem ao seu redor - boa parte da área que rodeada a praça era mato, um matagal sem fim, que se arrastava por quarteirões.
Eram exatamente oito horas da noite. A lua estava linda. Um dia de lua cheia. Rosalie sentou-se em um dos bancos - talvez, fosse o mais sujo de todos, mas ambas parecia não se importar com esse detalhe -, a menina lhe acompanhou, sentando-se ao seu lado. Rosalie após sentar-se soltou a mão da menina, e continuou a observar o local.
A menina levantou-se, rapidamente, pulando do banco - o banco não era muito alto, mas a menina não alcançava os pés no chão -, sem que desse tempo de sua mãe colocá-la novamente no banco. E correu em direção ao poço. A felicidade estava estampada em seu rosto, os olhos brilhando, como de uma criança que acabara de ganhar um saco de doces. Tropeçou em uma pedra que estava no caminho, mas como estava com uma enorme curiosidade em ver como era aquele poço que estava a poucos metros dela, rapidamente se levantou, e voltou a seguir em direção ao poço, só que agora um pouco mais devagar. Ela nem se preocupara com os arranhões que ficaram em seu braço, e nem com o corte que ficou em seu joelho. Chegou ao muro que cercava o poço. E apoiou-se no muro, assim olhando a profundidade do poço. A menina espantou-se quando percebeu a profundidade, ela não conseguia encontrar o fim daquele buraco. Assim lançou seu corpo de volta ao chão. Voltou correndo para o banco onde sua mãe estava sentada, e sentou-se lá. Ficou quieta, sem falar uma única palavra, pela maior parte do tempo. Começou a, também, observar o céu, e os arredores daquela praça.
- O que você foi fazer lá?
- Só queria saber como que era lá.
- Eu deixei você ir até lá?
- Não...
- Então! - Rosalie deu um tapa no braço de sua, não mediu sua força, então, o tapa foi mais forte do que ela mesmo esperava.
A menina começou a chorar. Rosalie não deu a mínima atenção ao choro da menina. Aliás, o choro da menina só lhe deixou com mais raiva ainda.
- Pare de chorar! Agora! - Gritou Rosalie, para a menina.
A menina ficou tentando conter suas lágrimas, mas pouco conseguia. O medo em relação a sua mãe começou a aumentar o que fazia ter mais vontade de chorar. Com suas duas mãos, começou a esfregar seu rosto, na tentativa de secar as lágrimas. Deu um pulinho paro o lado, para distanciar-se um pouco se sua mãe, mas com receio de que ela brigasse com ela, novamente. Mas, Rosalie nem deu bola para a atitude da filha. Continuava a observar, atenciosamente, o local onde estavam.
Ninguém, em todo o tempo que elas permaneceram ali, ninguém passou por ali. Pássaros voavam de um lado para o outro, podia se ouvir alguns bichos no matagal ao redor, mas pessoas, não se avistavam nenhuma.
De repente, uma sombra começou a se formar diante elas. Aos poucos a sombra formada começou a aumentar alguém estava se aproximando. Ambas ficaram surpresas, pois não esperavam que alguém fosse até ali. Por um lado, também estavam com medo, pois a noite já tinha coberto o céu. A escuridão era total se não fosse as luzes que rodeavam a praça. Elas ficaram paradas, completamente paradas, esperando o momento no qual pudessem ver quem estava a se aproximar. A tensão foi tomando conta de ambas.
A sombra parecia ser cada vez maior. Rosalie resolveu enfrentar, seja quem fosse que estivesse ali atrapalharia seus planos, então, ela teria que tirar aquela pessoa dali o mais cedo possível. E sem deixar pistas do que iria fazer. Ela virou a cabeça bem devagar, com receio do que poderia ver, então, ela definitivamente conseguiu ver quem estava fazendo aquela enorme sombra. A menina mal se mexia. Rosalie suspirou, quando percebeu quem causava a sombra, não era quem, e sim o que.
Era um cachorro, grande por sinal. Todo preto, mas seu pelo estava coberto por algo, que não dava pra se definir, talvez fosse só sujeira. A menina pulou do banco na tentativa de ir brincar com o animalzinho que aparecera ali, mas sua mãe lhe impediu.
- Fique aqui, talvez a gente já esteja de saída.
- Ta bom, mas eu só queria ir ali fazer carinho nele.
- Já falei, fique aqui.
- Deixa eu brincar, só um pouquinho?
- Já falei que não, menina! Que teimosa.
- Ah, mãe, o que tem demais? O cachorrinho ta bem aqui.
- Cale a boca, menina, e te senta aí.
A menina não gostou da atitude da mãe, porém, de qualquer forma a obedeceu. Não queria que sua mãe se enraivasse mais do que já parecia estar.
O cachorrinho foi até a beira do poço, colocou a cabeça por cima do muro, de forma que ficasse observando a escuridão que a profundidade formava. A menina aproveitou o momento em que a mãe olhava para o lado, e correu até o cachorrinho. Rosalie não tardou muito a perceber a correria da menina, levantou-se impacientemente e caminhou devagar até a menina, que já estava na beirada do poço junto ao cachorro.
A menina pouco se importou com a aproximação da mãe, estava feliz por ter chegado lá, e com o cachorrinho ao seu lado. Acariciou-o e começou a conversar com ele, contado o que ela achava daquele poço, a beleza extraordinária que ele continha. Sua mãe sentou-se na beira do poço, ao seu lado. Observou-a, e permaneceu em silêncio por um curto tempo. Até que com um chute espantou o cachorro, segurou a menina com as duas mãos e a colocou em cima da beira do muro, onde ela antes estava sentada.
- Mamãe eu te amo! – Disse ela, com lágrima nos olhos.
Com a mão direita empurrou a menina pra dentro do poço.
Já em casa, dispensou a vizinha, alegando que a menina tinha pois teria que ser internada por alguns dias para avaliação médica, e que estava pedindo para ver os irmãos. A vizinha foi embora, Rosalie pegou os dois meninos e os levou consigo para fora de casa. Um dormia em seu colo, o outro atrapalhava-se com as pequenas pernas para que pudesse manter o passo que a mãe mantinha.
Rapidamente ela pulou da cama – que por ter sido usada por muito tempo, e ter sido mal conservada, rangeu – e foi até o encontro daquele homem.
Essa raiva foi se misturando com tristeza. Nem mais amor aos seus filhos ela tinha. Ela não agüentava mais inventar histórias para eles, para que suas perguntas a respeito do pai fossem respondidas. Ela pensou em matá-lo na próxima vez que ele pisasse naquela casa, porém ela não sabia se um dia isso iria acontecer. E se caso acontecesse, ela não tinha a mínima noção de quando seria. Mas tinha uma certeza, nunca conseguiria matar o único homem que ela amou em toda sua vida. Então desistiu da hipótese.
Quando morava com sua família - seus pais e dois irmãos - ela desfrutava de uma vida confortável, de uma vida boa. Porém, mesmo sempre tendo tudo o que ela queria, mesmo seus pais lhe ofertando as melhores coisas, ela não se sentia feliz. Até que conheceu Mario. Ela se apaixonou. Ele a conquistou com suas palavras, com suas promessas, com suas juras de amor eterno. E ela, como uma jovem inocente, acreditou. Ele o levou para cama, e a partir daí, ela passou a ser 'cega' por ele. Mesmo ele demonstrando que não era mais tão apaixonado por ela, não falando mais aquelas lindas palavras, ela não o largou, continuou perdidamente apaixonada. Eles namoraram por 2 anos escondidos de todos, até que sua irmã os flagrou juntos, e contou para seu pai. Seu pai, a proibiu de manter uma relação com ele, e a prendeu dentro de casa. Por dois meses ela ficara trancada em seu quarto, até que Mario conseguiu tirá-la de lá.
Um mês se passou e Mario retornou à sua casa. Porém não era mais uma de suas voltas que normalmente, antigamente, fazia. Voltou apenas para pegar suas duas peças de roupas, que ele possuía - era tudo que ele tinha dentro daquela casa. Estava determinado que esta seria a ultima vez que ele pisaria naquela casa.
- Por que está pegando suas coisa? - Rosalie perguntou aos berros.
Ele demonstrando impaciência, e pressa. Amontoou com mais pressas suas coisas.
- Tô indo embora, não interessa pra onde eu vou, não quero que me sigas.
- Pra onde pensas que vais? Nem família tens pra te oferecer um abrigo. Você sumiu por todo esse tempo, e quer sair por aquela porta sem nenhuma satisfação a me dar?
Ela se mostrara com mais raiva do que pretendia. O que tornou a situação pior do que já estava.
- Como já falei não interessa. Não quero você a minha volta. Vou começar uma vida nova, bem longe daqui. Bem longe de você.
- E seus filhos?
- Eles não são meus filhos, são somente seus. Somente seus!
Ela ficou mais indignada ainda com suas duras palavras. E o deixou partir, não queria sofrer mais ainda. Ela nunca pensara que um dia passaria por aquela situação, nunca pensara que um dia seu marido a largaria. Nunca pensou que poderia criar raiva da pessoa que ela mais amou em toda sua vida. Mas isso estava acontecendo. Por mais dura que fosse a realidade, era a realidade. Uma realidade pior do que ela poderia suportar.
Ele saiu porta a fora, sem nem se quer olhar para trás. Estava determinado. O que quer que tenha o feito largar aquilo, era bom o bastante para ele nem se quer pensar duas vezes. Seu olhar era vazio, não mostrava nenhum sentimento. Com isso ela acabara percebendo que aquele homem, não era o que ela tinha em planos, não era aquele homem que ela imagina. Era apenas uma ilusão.
Após a discussão ela sentou-se ao chão. E ali ficou por horas, sem se mexer, perplexa com a situação. Levantou-se dali apenas quando seu filho mais novo chorou. Chorou de fome. Era preciso alimentá-lo. Com poucas as forças que tinha pegou seu filho, e o amamentou em sua cama. Onde depois de muito sofrer, caiu no sono.
Duas semanas se passou e ela nada fez. Apenas alimentava seus filhos, e tentava cair na realidade. Após essas duas semanas ela tomou uma decisão, e não estava querendo perder tempo. Precisava realizar em menos tempo possível e o mais rápido possível. Levantou-se de sua cama, determinada a começar o que tinha em mente.
Seu plano estava todo feito em sua mente. Ela havia pensando em cada detalhe, estava tudo pronto para que ela começasse a colocar em ação.
Ela trocou de roupa, e pediu para que sua filha, a mais velha de todos os filhos, se arrumasse, para que ambas fossem dar uma volta. A menina estranhou a vontade da mãe, porém nada disse. Ela tinha muito medo de sua mãe, decorrente aos últimos dias, pois sua mãe não se mostrava estar em seu estado 'normal'. Parecia nem estar vivendo, apenas estava acordada, talvez pra ela: infelizmente.
A menina de forma rápida colocou a roupa que mais gostava. Ela não era daquelas meninas cheias de frescurinha que ficava escolhendo a roupa mais bonitinha, e assim por diante. Mesmo que, ela não podia, pois não tinha condições de comprar suas roupas, roupas belas. Ela tinha apenas algumas peças de roupa, algumas, bem poucas. Que ficavam em cima de um pedaço de madeira - pendurado na parede para que assim pudessem ser colocadas as roupas ali em cima, era uma madeira fraca, e ficava balançando, pois estava pregada de forma incorreta, na beirada da madeira havia umas pontas bem fininhas, onde muitos de seus irmãos já haviam se ferido -, dentro do quarto que ela dividia com os outros irmãos. Ela colocou uma blusinha branca, simples, e um macacãozinho, jeans, foi até a porta de casa e pegou sua sandália - um chinelinho de dedo, que estava quase arrebentando, era o único que ela tinha. O calçou. Foi até o banheiro e penteou seus longos e rebeldes cabelos. E ficou esperando que sua mãe terminasse de se arrumar.
Após sua mãe está pronta, ambas desceram os dois degrais - umas pilhinhas de tijolos quebrados, que estavam mal empilhados, assim ficavam em movimento - que ficavam na porta da casa. Margareth foi até a casa de sua vizinha, pediu para que a vizinha fosse até a casa dela, para que assim, pudesse cuidar de seus filhos. A vizinha aceitou, pois Margareth alegou que iria levar sua filha ao médico.
A menina estava toda empolgada para o passeio que iria dar com sua mãe. Ela não sabia ao certo aonde ia, mas já que estava com sua mãe, estava feliz. Era a primeira vez que ela iria sair, sozinha, com ela. Sua mãe nunca a convidava para dar uma volta, ou ao menos, conversava com ela.
Ela desceram a rua, sem ao menos dizer uma única palavra. Caminhavam de forma devagar pela rua. Chegaram ao fim da rua, e a menina estava toda esperançosa que sua mãe iria levá-la ao parque, que ficava do outro lado do fim da rua, em um terreno vazio. Mas Margareth nem se quer olhou para o parque, foi virando para a direita, entrando em outra rua. A menina já não sabia onde estava indo. Nunca saíra daquele bairro, a não ser quando acompanhava sua mãe quando ela ia ao hospital, para ter seus filhos.
- Se apresse, vamos mais rápido! - Exigiu a mãe, com uma voz fraca, parecendo com medo do que estava fazendo, ou iria fazer.
- Ta bom, mamãe. - A menina ficou mais tímida ainda, diante a forma no qual sua mãe lhe dirigiu a palavra, e a obedeceu, apressando seu passo.
Mesmo com as poucas palavras, e que as palavras ditas não fossem agradáveis, a menina não conteve sua felicidade, e estampou um sorriso na cara, com brilho nos olhos.
Ruas e ruas se passavam. Um lugar distante, onde a menina nunca havia pisado antes. Se sua mãe havia ido ali antes, ou não, ela não sabia, sua mãe não lhe contava aonde ia. A cada passo que davam à frente menos luz a menina via. As ruas iam se tornando cada vez mais escuras, sem iluminação alguma.
Até que depois de 10 minutos andando, por ruas e mais ruas, que não pareciam ter fim, a menina se depara com uma gigantesca praça. Era uma praça bem iluminada, havia vários bancos ao redor dela. Os bancos não estavam pintados, aliás, ainda havia um restinho de tinta em cada banco, mas que com o tempo, iria se apagar. No centro da praça havia um poço. Um poço enorme, que raramente era usado. O poço tinha quatro metros de profundidade, sendo que dois metros estavam cobertos de água. A praça estava vazia, como geralmente era encontrada. As pessoas que moravam próximos a praça não o freqüentavam, pois era uma praça que não tinha nenhuma atração que os interessasse.
Elas rodeavam a praça, com passos devagar. Rosalie olhava para todos os lados, como se houvesse desconfiando de algo. A menina se encantava com o passeio, apesar de que não era em um lugar muito agradável. Andavam, andavam, passavam pelos bancos, olhavam a paisagem ao seu redor - boa parte da área que rodeada a praça era mato, um matagal sem fim, que se arrastava por quarteirões.
Eram exatamente oito horas da noite. A lua estava linda. Um dia de lua cheia. Rosalie sentou-se em um dos bancos - talvez, fosse o mais sujo de todos, mas ambas parecia não se importar com esse detalhe -, a menina lhe acompanhou, sentando-se ao seu lado. Rosalie após sentar-se soltou a mão da menina, e continuou a observar o local.
A menina levantou-se, rapidamente, pulando do banco - o banco não era muito alto, mas a menina não alcançava os pés no chão -, sem que desse tempo de sua mãe colocá-la novamente no banco. E correu em direção ao poço. A felicidade estava estampada em seu rosto, os olhos brilhando, como de uma criança que acabara de ganhar um saco de doces. Tropeçou em uma pedra que estava no caminho, mas como estava com uma enorme curiosidade em ver como era aquele poço que estava a poucos metros dela, rapidamente se levantou, e voltou a seguir em direção ao poço, só que agora um pouco mais devagar. Ela nem se preocupara com os arranhões que ficaram em seu braço, e nem com o corte que ficou em seu joelho. Chegou ao muro que cercava o poço. E apoiou-se no muro, assim olhando a profundidade do poço. A menina espantou-se quando percebeu a profundidade, ela não conseguia encontrar o fim daquele buraco. Assim lançou seu corpo de volta ao chão. Voltou correndo para o banco onde sua mãe estava sentada, e sentou-se lá. Ficou quieta, sem falar uma única palavra, pela maior parte do tempo. Começou a, também, observar o céu, e os arredores daquela praça.
- O que você foi fazer lá?
- Só queria saber como que era lá.
- Eu deixei você ir até lá?
- Não...
- Então! - Rosalie deu um tapa no braço de sua, não mediu sua força, então, o tapa foi mais forte do que ela mesmo esperava.
A menina começou a chorar. Rosalie não deu a mínima atenção ao choro da menina. Aliás, o choro da menina só lhe deixou com mais raiva ainda.
- Pare de chorar! Agora! - Gritou Rosalie, para a menina.
A menina ficou tentando conter suas lágrimas, mas pouco conseguia. O medo em relação a sua mãe começou a aumentar o que fazia ter mais vontade de chorar. Com suas duas mãos, começou a esfregar seu rosto, na tentativa de secar as lágrimas. Deu um pulinho paro o lado, para distanciar-se um pouco se sua mãe, mas com receio de que ela brigasse com ela, novamente. Mas, Rosalie nem deu bola para a atitude da filha. Continuava a observar, atenciosamente, o local onde estavam.
Ninguém, em todo o tempo que elas permaneceram ali, ninguém passou por ali. Pássaros voavam de um lado para o outro, podia se ouvir alguns bichos no matagal ao redor, mas pessoas, não se avistavam nenhuma.
De repente, uma sombra começou a se formar diante elas. Aos poucos a sombra formada começou a aumentar alguém estava se aproximando. Ambas ficaram surpresas, pois não esperavam que alguém fosse até ali. Por um lado, também estavam com medo, pois a noite já tinha coberto o céu. A escuridão era total se não fosse as luzes que rodeavam a praça. Elas ficaram paradas, completamente paradas, esperando o momento no qual pudessem ver quem estava a se aproximar. A tensão foi tomando conta de ambas.
A sombra parecia ser cada vez maior. Rosalie resolveu enfrentar, seja quem fosse que estivesse ali atrapalharia seus planos, então, ela teria que tirar aquela pessoa dali o mais cedo possível. E sem deixar pistas do que iria fazer. Ela virou a cabeça bem devagar, com receio do que poderia ver, então, ela definitivamente conseguiu ver quem estava fazendo aquela enorme sombra. A menina mal se mexia. Rosalie suspirou, quando percebeu quem causava a sombra, não era quem, e sim o que.
Era um cachorro, grande por sinal. Todo preto, mas seu pelo estava coberto por algo, que não dava pra se definir, talvez fosse só sujeira. A menina pulou do banco na tentativa de ir brincar com o animalzinho que aparecera ali, mas sua mãe lhe impediu.
- Fique aqui, talvez a gente já esteja de saída.
- Ta bom, mas eu só queria ir ali fazer carinho nele.
- Já falei, fique aqui.
- Deixa eu brincar, só um pouquinho?
- Já falei que não, menina! Que teimosa.
- Ah, mãe, o que tem demais? O cachorrinho ta bem aqui.
- Cale a boca, menina, e te senta aí.
A menina não gostou da atitude da mãe, porém, de qualquer forma a obedeceu. Não queria que sua mãe se enraivasse mais do que já parecia estar.
O cachorrinho foi até a beira do poço, colocou a cabeça por cima do muro, de forma que ficasse observando a escuridão que a profundidade formava. A menina aproveitou o momento em que a mãe olhava para o lado, e correu até o cachorrinho. Rosalie não tardou muito a perceber a correria da menina, levantou-se impacientemente e caminhou devagar até a menina, que já estava na beirada do poço junto ao cachorro.
A menina pouco se importou com a aproximação da mãe, estava feliz por ter chegado lá, e com o cachorrinho ao seu lado. Acariciou-o e começou a conversar com ele, contado o que ela achava daquele poço, a beleza extraordinária que ele continha. Sua mãe sentou-se na beira do poço, ao seu lado. Observou-a, e permaneceu em silêncio por um curto tempo. Até que com um chute espantou o cachorro, segurou a menina com as duas mãos e a colocou em cima da beira do muro, onde ela antes estava sentada.
- Mamãe eu te amo! – Disse ela, com lágrima nos olhos.
Com a mão direita empurrou a menina pra dentro do poço.
Já em casa, dispensou a vizinha, alegando que a menina tinha pois teria que ser internada por alguns dias para avaliação médica, e que estava pedindo para ver os irmãos. A vizinha foi embora, Rosalie pegou os dois meninos e os levou consigo para fora de casa. Um dormia em seu colo, o outro atrapalhava-se com as pequenas pernas para que pudesse manter o passo que a mãe mantinha.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Keep Holding On - Avril Lavigne ( nem sei se eu já postei isso)
Quem não passa por momentos dificeis? Mas, bem, essa música marcou, por alguém achar que ela a mim cabia nesse momento, então. Eu gostei da musica.
Keep Holding On - Avril Lavigne
Continue Aguentando - Avril Lavigne
Você não está sozinho
Juntos nós ficamos de pé
Estarei ao seu lado
Você sabe que segurarei sua mão
Quando fizer frio
E parecer ser o fim
e não tiver para onde ir
Você sabe que não desistirei
Não,eu não desistirei
Continue aguentando
Porque você sabe que conseguiremos,
conseguiremos
Apenas seja forte
Pois você sabe que estou aqui por você,
Estou aqui por você
Não há nada que possa dizer
Nada que possa fazer
Não há outro jeito em se tratando da verdade
Então continue aguentando
Porque você sabe que conseguiremos,
Nós conseguiremos
Tão longe
Eu gostaria que estivesse aqui
Antes que seja tarde demais
Isso tudo poderá desaparecer
Antes que as portas se fechem
E chegue ao fim
com você ao meu lado
Eu lutarei e defenderei
Eu lutarei e defenderei
(yeh, yeh)
Continue aguentando
Porque você sabe que conseguiremos,
conseguiremos
Apenas seja forte
Pois você sabe que estou aqui por você,
Estou aqui por você
Não há nada que possa dizer
Nada que possa fazer
Não há outro jeito em se tratando da verdade
Então continue aguentando
Porque você sabe que conseguiremos,
Nós conseguiremos
Escute quando eu digo
Quando digo que acredito
Nada irá mudar
Nada irá mudar,
O destino
O que quer que seja
Nós resolveremos perfeitamente
(yeh, yeh, yeh, yeh-ah)
(la ra ra ra ra)
Continue aguentando
Porque você sabe que conseguiremos,
conseguiremos
Apenas seja forte
Porque você sabe que estou aqui por você,
Estou aqui por você
Não há nada que possa dizer (nada que possa dizer)
Nada que possa fazer (nada que possa fazer)
Não há outro jeito em se tratando da verdade
Então continue aguentando
Porque você sabe que conseguiremos,
Nós conseguiremos
(ah ah ah)
(continue aguentando)
(ah ah ah)
(continue aguentando)
Não há nada que possa dizer (nada que possa dizer)
Nada que possa fazer (nada que possa fazer)
Não há outro jeito em se tratando da verdade
Então continue aguentando (continue aguentando)
Porque você sabe que conseguiremos,
Nós conseguiremos
Keep Holding On - Avril Lavigne
Continue Aguentando - Avril Lavigne
Você não está sozinho
Juntos nós ficamos de pé
Estarei ao seu lado
Você sabe que segurarei sua mão
Quando fizer frio
E parecer ser o fim
e não tiver para onde ir
Você sabe que não desistirei
Não,eu não desistirei
Continue aguentando
Porque você sabe que conseguiremos,
conseguiremos
Apenas seja forte
Pois você sabe que estou aqui por você,
Estou aqui por você
Não há nada que possa dizer
Nada que possa fazer
Não há outro jeito em se tratando da verdade
Então continue aguentando
Porque você sabe que conseguiremos,
Nós conseguiremos
Tão longe
Eu gostaria que estivesse aqui
Antes que seja tarde demais
Isso tudo poderá desaparecer
Antes que as portas se fechem
E chegue ao fim
com você ao meu lado
Eu lutarei e defenderei
Eu lutarei e defenderei
(yeh, yeh)
Continue aguentando
Porque você sabe que conseguiremos,
conseguiremos
Apenas seja forte
Pois você sabe que estou aqui por você,
Estou aqui por você
Não há nada que possa dizer
Nada que possa fazer
Não há outro jeito em se tratando da verdade
Então continue aguentando
Porque você sabe que conseguiremos,
Nós conseguiremos
Escute quando eu digo
Quando digo que acredito
Nada irá mudar
Nada irá mudar,
O destino
O que quer que seja
Nós resolveremos perfeitamente
(yeh, yeh, yeh, yeh-ah)
(la ra ra ra ra)
Continue aguentando
Porque você sabe que conseguiremos,
conseguiremos
Apenas seja forte
Porque você sabe que estou aqui por você,
Estou aqui por você
Não há nada que possa dizer (nada que possa dizer)
Nada que possa fazer (nada que possa fazer)
Não há outro jeito em se tratando da verdade
Então continue aguentando
Porque você sabe que conseguiremos,
Nós conseguiremos
(ah ah ah)
(continue aguentando)
(ah ah ah)
(continue aguentando)
Não há nada que possa dizer (nada que possa dizer)
Nada que possa fazer (nada que possa fazer)
Não há outro jeito em se tratando da verdade
Então continue aguentando (continue aguentando)
Porque você sabe que conseguiremos,
Nós conseguiremos
Tanta gente enche de fotos totalmente modificadas, até que alcançe a beleza padrão, e a publica para conseguir status. Viver de aparencia, ah, eu não consigo entender. Encher uma foto de pessoas, estampar sorrisos, trocar carinhos, beijos e abraços, e... querer passar a imagem de que ali há um relacionamento instavel e intenso, ah. Querer passar a imagem que esta rodeada de pessoas nas quais são seus 'amigos pra sempre'. Mas, o mais importante é passar a quantidade, ah, isso é fundamental, tem que ser muiiitos.
E o valor que uma foto pode trazer? Poxa, olhar aquela imgem, recordar o momento e até deixar uma lágrima cair por este não voltar mais. Recordar a intensidade dos sentimentos que ali estavam, das pessoas que estavam presentes e que tempos após já não podiam mais estar. Esta imagem não trazia status e nem aparencia, trazia um recordação de algo que foi importante, e que ainda é. Geralmente, não trazia uma pessoa na qual foram criados laços/sentimentos instantaneos. Amigos pra sempre, ah, que frase sem sentido. Sem sentido. É tão repetida e tão pouco verdadeira.
Sabe, a foto não precisava ser editada, o momento era bom, trazia a lembrança do que realmente foi. Não se tirava inumeras fotos, e depois se substituia por aquelas que estavam mais de acordo com o momento ou com o modinha dominante.
Um dia se percebe que quantidade não é determinante. As vezes atrapalha. E que ninguém se torna melhor ou pior por elas. Deviam se preocupar mais em viver coisas intensas e não passageiras, e construir laços fortes não baseados em intereses. Ah, adolescencia imbecil.
Obs: ninguém consegue enganar a si próprio.
E o valor que uma foto pode trazer? Poxa, olhar aquela imgem, recordar o momento e até deixar uma lágrima cair por este não voltar mais. Recordar a intensidade dos sentimentos que ali estavam, das pessoas que estavam presentes e que tempos após já não podiam mais estar. Esta imagem não trazia status e nem aparencia, trazia um recordação de algo que foi importante, e que ainda é. Geralmente, não trazia uma pessoa na qual foram criados laços/sentimentos instantaneos. Amigos pra sempre, ah, que frase sem sentido. Sem sentido. É tão repetida e tão pouco verdadeira.
Sabe, a foto não precisava ser editada, o momento era bom, trazia a lembrança do que realmente foi. Não se tirava inumeras fotos, e depois se substituia por aquelas que estavam mais de acordo com o momento ou com o modinha dominante.
Um dia se percebe que quantidade não é determinante. As vezes atrapalha. E que ninguém se torna melhor ou pior por elas. Deviam se preocupar mais em viver coisas intensas e não passageiras, e construir laços fortes não baseados em intereses. Ah, adolescencia imbecil.
Obs: ninguém consegue enganar a si próprio.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Sabe, eu sempre julguei aqueles clichês como algo falso. Achava que ninguém se sentiria daquela forma, e que era só uma forma bonitinha de se falar. Mas, um sentimento te aborda, e como descreve-lo? Ah, os clichês são tão adequados, tão ... 'parece que sabe certinho o que eu tô sentindo'. E bom, as palavras se tornam fracas, e mesmo com elas e os clichês não se acha uma definição de tal intensidade. Eu dei-me por vencida, desisti de tentar descrever. É ruim tu querer mostrar o quão intenso é, e não saberes como, e as vezes, não teres oportunidades, e quando tens perde-as. Muitos motivos aparecem pra te fazer desistir. Aquele negócio de que o amor é mil maravilhas, olha, não era amor não, hein. E quando se pensa em desistir, ah, o caminho é bem mais fácil. Mas, olhe, quando se luta por uma coisa esta ganha muito valor. Então, não desista. Lute, lute. Alguém te faz feliz desta forma? Alguém te trás lágrimas nos olhos só de pensar em perder, como este? Alguém lhe trás determinadas sensações como este? Alguém? Alguém? E pra que abrir mão disto? Não faz-te feliz? Sempre se questione desta forma.(ops, fugi do tema e esqueci o resto das perguntas)
Sabe, não conseguir demonstrar a intensidade é torturante. Parece que são apenas palavras, simples, e que estas podem fazer-te perder o bem amado por serem fracas. E mesmo que tuas palavras se tornem excessivas há sempre o sentimento de que é pouco. Ah!
Mas, ah, um simples olhar carrega muitos sentimentos, então se tens a veracidade do que sentes, não te preocupe.
Sabe, não conseguir demonstrar a intensidade é torturante. Parece que são apenas palavras, simples, e que estas podem fazer-te perder o bem amado por serem fracas. E mesmo que tuas palavras se tornem excessivas há sempre o sentimento de que é pouco. Ah!
Mas, ah, um simples olhar carrega muitos sentimentos, então se tens a veracidade do que sentes, não te preocupe.
Love Is My Disease - Alicia Keys
Quando você se vai parece que
Todo o meu mundo vai com você
Eu pensei que o amor fosse minha cura
Mas agora é minha doença
Eu tento ser madura
Mas eu sou um bebê quando você vai
Como eu poderei me acostumar a ficar sem você?
Baby, baby, baby, eu estou viciada
Quando eu preciso de você aqui o tempo todo?
Eu não tenho certeza se isso é saldável
É uma doença, porque eu me sinto como se tivesse perdido minha cabeça
E eu sei que não tem há medicamento
Nada que eu posse tomar, nenhum remédio
Baby, por favor fique
Quando você se vai parece que
Todo o meu mundo vai com você
Eu pensei que o amor fosse minha cura
Mas agora é minha doença
Eu tento ser madura
Mas eu sou um bebê quando você vai
Como eu poderei me acostumar a ficar sem você?
Oh oh oh, baby baby baby, eu sinto uma febre
Só de pensar em você saindo do meu lado
Oh, e eu não serei a mesma até você me envolver
É tudo o que eu preciso, oh sim
Quando você se vai parece que
Todo o meu mundo vai com você
Eu pensei que o amor fosse minha cura
Mas agora é minha doença
Eu tento ser madura
Mas eu sou um bebê quando você vai
Como eu poderei me acostumar a ficar sem você?
É isso o que eu passo quando você se vai
Algumas sintonias sérias no desenho
Lançando e virando na minha cama
Acordando mais molhada que um sour frio
Cabeça acesa procurando você
O que eu devo fazer?
Quando estou com fome e não consigo me saciar do seu amor
Quando você se vai parece que
Todo o meu mundo vai com você
Eu pensei que o amor fosse minha cura
Mas agora é minha doença
Eu tento ser madura
Mas eu sou um bebê quando você vai
Como eu poderei me acostumar a ficar sem você?
Todo o meu mundo vai com você
Eu pensei que o amor fosse minha cura
Mas agora é minha doença
Eu tento ser madura
Mas eu sou um bebê quando você vai
Como eu poderei me acostumar a ficar sem você?
Baby, baby, baby, eu estou viciada
Quando eu preciso de você aqui o tempo todo?
Eu não tenho certeza se isso é saldável
É uma doença, porque eu me sinto como se tivesse perdido minha cabeça
E eu sei que não tem há medicamento
Nada que eu posse tomar, nenhum remédio
Baby, por favor fique
Quando você se vai parece que
Todo o meu mundo vai com você
Eu pensei que o amor fosse minha cura
Mas agora é minha doença
Eu tento ser madura
Mas eu sou um bebê quando você vai
Como eu poderei me acostumar a ficar sem você?
Oh oh oh, baby baby baby, eu sinto uma febre
Só de pensar em você saindo do meu lado
Oh, e eu não serei a mesma até você me envolver
É tudo o que eu preciso, oh sim
Quando você se vai parece que
Todo o meu mundo vai com você
Eu pensei que o amor fosse minha cura
Mas agora é minha doença
Eu tento ser madura
Mas eu sou um bebê quando você vai
Como eu poderei me acostumar a ficar sem você?
É isso o que eu passo quando você se vai
Algumas sintonias sérias no desenho
Lançando e virando na minha cama
Acordando mais molhada que um sour frio
Cabeça acesa procurando você
O que eu devo fazer?
Quando estou com fome e não consigo me saciar do seu amor
Quando você se vai parece que
Todo o meu mundo vai com você
Eu pensei que o amor fosse minha cura
Mas agora é minha doença
Eu tento ser madura
Mas eu sou um bebê quando você vai
Como eu poderei me acostumar a ficar sem você?
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