acreditar por um instante em tudo que existe, e acreditar que o mundo é perfeito e que todas as pessoas são felizes.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Autor desconhecido
você vai precisar para entender que muitas vezes a vida te da poucas
oportunidades, que é melhor você demonstrar carinho e dar valor enquanto
pode. Quanto tempo você vai precisar pra aprender que muito obrigada,
com licença e me desculpe, são frases que não custam nada e fazem
diferença. Aprenda que um abraço sincero vale mais do que muitas
palavras e que um beijo sem carinho não tem valor nenhum no final.
Preste atenção nas pessoas que estão ao seu lado, e pare de dar valor a
pessoa que não te merece. E lembre - se nem tudo que se perde tem valor,
nem tudo que é bonito é amor, e o que passou, passou, não voltará! Ame,
mas saiba que provavelmente ira sofrer por isso. Acredite em alguém e
desconfie também. Se cansar de tudo? Descanse e depois recomece! Mas não
perca tempo, pois a vida é uma só!
Never Alone ♪
Nunca sozinho
Jardim ♪
Se eu pudesse voltar no tempo,voltaria àquele momento
Em que eu te conheci, minha vida mudou ali
Eu consertaria todos os erros, te pouparia dos exageros
Que tantas vezes eu cometi, quando o amor eu conheci
E desde então a razão não entende o coração
E desde então meu coração não dá idéia pra razão
Pois todo esforço que um dia eu fiz
Foi na esperança de te ver feliz
Lutei contra o tempo, corri contra o vento
Mas meus movimentos não puderam te alcançar
E agora estou assim
Eu e você ♪
Passo a minha vida projetando eu e você
Uso o silêncio pra me concentrar
E a minha mente começa a planejar
Faz acreditar ♪
Pensando, eu me lembro
Daquele tempo em que eu nem pensava no amor
Eu era livre de um sentimento
Que hoje é o principal motivo da minha dor
E eu não entendo como pode ser assim
Consome tudo, que eu guardei dentro de mim
Então me rendo, e não condeno o coração
Que hoje chora por não ver mais solução
Alguém me faz acreditar no amor
Faz eu esquecer de tudo
Que um dia machucou pr'eu poder sair do escuro
Quero acreditar que há alguém que eu possa amar
Que só de segurar minhas mãos vai me mostrar que amar não é em vão
Nanananana (...)
Pare e pense
Olhe dentro de você
Se o que sente não te faz arrepender
Não confunda, o amor com a paixão
Que atrai a mente, mas não vem do coração
E não declare, se não sabe se é real
Quem acredita é que sempre fica mal
Viagens, sonhos que não vai realizar
E hoje chora porque resolveu amar, amar..
Por quê você me fez te amar assim?
Você fez de tudo pr'eu te amar..
e agora diz que nao me ama mais .
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
Whod Have Known ♪
E eu estou ficando cada vez mais impressionada
Com como você está carinhoso em público
Na verdade sua amiga disse que isso a deixa enjoada
E embora estejamos progredindo
Isso ainda me deixa um pouco constrangida
E hoje você acidentalmente
Me chamou de "amor"
Você é meu?
Você é meu?
Porque eu estou aqui o tempo todo
sábado, 11 de setembro de 2010
Então vem ♪
Eu faço tudo ao contrário do que deve ser
Não vou deixar que o mundo pise na minha cabeça
Eu perco o jeito e fico sem palavras ao te ver
Não vou deixar que isso aconteça
E o fato de te ver todo dia faz com que eu pense mais
Se não for tarde ainda é tempo pra falar
Meu presente pra você ♪
Eu sempre tento fazer com que você se ligue
No que eu fale, no que eu digo
Mas parece não entender
Que sem você fico sem saber
Tento entender, mas não sei por quê
Você me diz que não pode ser
Mas eu não consigo esquecer
Tudo é tão lindo atrás do verde dos teus olhos
Te ver sorrindo, deitar e ver as nuvens, desenhar nós dois
Tudo é tão belo quando a minha mão encontra a sua
Meu mundo ganha cor, o tempo pára, é uma loucura
Eu só queria poder te dizer que a vida inteira eu sonhei com você
Não sei se é certo te dizer ou se eu estou errado
Mas quando vi você sorrir fiquei apaixonado
Mas isso tudo é pra você saber
Que essa canção é meu presente pra você
Parei na sua, peguei na tua mão
Depois de levar trinta vetos na noitada
Eu encontrei a dona do meu coração
Canal de cabo frio ♪
Mas fala sério o que me importa é o que envolve eu e você
Senti saudades de um jeito que eu nunca senti
É o que me diz que de algum jeito ainda vou te ter aqui
[...]
Lembrar de tudo que a gente fez
Pensar e vamos fazer tudo outra vez
Passou o tempo e eu não pude te dizer
Você não sabe o quanto é chato esperar
Eu conto os dias, conto as horas pra chegar
Flor ♪
Não sei se é platônico ou incondicional
Mas sempre que eu te vejo perco o ar não é normal
Procuro nas palavras formas de descontrair
Mas quando estou contigo eu não paro de sorrir
Você me diz que estou acima de qualquer outro que possa tentar
Eu sei que isso me anima mas eu não posso agüentar
Te ver com outro alguém que não te faz tão bem
Pra ter você comigo aqui eu troco 100 por 20
Faço chover só pra que eu possa te acompanhar
Eu perco a hora da escola pra dizer o seguinte
Cada minuto sem você é duro de agüentar
Mas seja como for eu vou tentar provar
Escute por favor o que a canção falar
Onde ela está ♪
Eu tenho algo que você vai saber
Já faz um tempo que eu estou assim
Sem saber o que fazer
Sem saber por onde começar
Tão perto de você
Mas tão longe de mim
Eu não sou poeta
Eu não sei falar de amor
Mas não consigo esconder
Tudo que eu fiz foi por você
Só você não vê o quanto eu andei pra chegar aqui
Sem saber aonde ir
E porque
Eu peço a Deus pra me levar onde ela está
Eu não quero mais viver de incertezas,
Eu não quero mais deixar pra depois
Eu sei que não é fácil entender
Mas eu não estou ok
Agora não me diga o que fazer
Você nao sabe como é estar assim
Vivendo cada dia como se fosse um só
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
I Can't Live Without Your Love ♪
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Ponto de paz ♪
Eu não sei te olhar, sem querer te beijar
Eu não sei te tocar, sem querer te abraçar
Eu não sei respirar, sem sentir o seu ar
Na verdade eu não sei viver sem você
Não precisa dizer o que eu quero escutar
Só apenas pensar e eu vou entender
Eu só quero saber se você vai me corresponder
Porque eu te quero muito mais
Com certeza você é meu ponto de paz, me acalma
Só de dizer que está tudo bem
(eu te amo como nunca amei alguém)
Diz tudo, diz nada
Conversa fiada
Eu gosto é de dar risada com você
De longe, de perto
Coração aberto
Você pode entrar quando bem entender
Criadora da magia, da sedução
Veio e me enfeitiçou
E agora é dona do meu coração
Hoje eu vou dar uma festa
Você está convidada
Essa festa é minha e sua
Sua presença é esperada
Você me ensinou o que é gostar de verdade
Antes o que era sonho se tornou realidade
Pode chover, trovejar
Não vou ligar
Pois se estiver do meu lado
Eu vou pra qualquer lugar
Diz tudo, diz nada
Conversa fiada
Eu gosto é de dar risada com você
De longe, de perto
Coração aberto
Você pode entrar...
(é,migs)
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Se algum dia eu não acordar ♪
Quem vai puxar assunto com você?
Quem vai mentir que você é legal?
Imagine se um dia eu morrer
Você iria se arrepender
De não ter dito tudo que eu perguntava
E eu vou morrer sem nunca saber
Se você, no fundo, me amava
Você choraria? (você choraria?)
Se lamentaria? (se lamentaria?)
Será que algum dia eu vou saber?
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Até o Fim ♪
Pra desistir agora
Entendo você
Se você quiser ir embora
Não vai ser a primeira vez
Nas últimas 24 horas
Mas eu não vim até aqui
Pra desistir agora
Cada célula
Todo fio de cabelo
Falando assim
Parece exagero
Mas se depender de mim
Eu vou até fim
Não vim até aqui pra desistir agora
Não vim até aqui pra desistir agora
3X4
Vá em frente, minha amiga
Destrua a razão
Desse beco sem saída
[...]
Se eu tivesse a força
Que você pensa que eu tenho
Eu gravaria no metal da minha pele
O teu desenho
domingo, 29 de agosto de 2010
Autodestruição

Você não é o seu trabalho.
Você não é o quanto tem no banco.
Nem as roupas que veste.
Escolha não ter uma TV grande
nem baixo colesterol
nem um abridor elétrico de latas
nem plano de saúde e dentário
e muito menos uma casa de dois andares numa rua arborizada e filhos que só tiram A+.
As coisas que você possui acabam te possuindo.
Você só é realmente livre após perder tudo.
Pois ai nao terá o que perder, e, enfim, encontrar-se-á livre.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Renato Russo.
Torno as palavras dele, as minhas.
Renato Russo
Por enquanto - Renato Russo
Que tudo era pra sempre
Sem saber
Que o pra sempre
Sempre acaba?
Mas nada vai conseguir mudar o que ficou
Quando penso em alguém
Só penso em você
E aí então estamos bem
Teorema - Renato Russo
Fique um pouco mais
Ninguém sabe fazer
O que você me faz
É exagero
E pode até não ser
O que você consegue
Ninguém sabe fazer.
Parece um teorema sem ter demonstração
E parece que sempre termina
Mas não tem fim.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Autor desconhecido ( conhecido, ah sei lá)
de mim, toda a saudade
em segundos de ausência
e és toda a minha poesia
se é que há tal ato em mim.
Tal fogo ou olfato
tato, visão, paladar
és todo sentido e sentir
então não te tiras de mim
que a ti, pertenço-me eu. ''
Falta de confiança
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Where Are You Now? - Honor Society
Onde estão vocês agora? Porque eu estou pensando em vocês. Vocês me mostraram como viver assim como faço. Se não fosse por vocês, eu nunca seria quem eu sou. Onde estão vocês agora?
(Eu copiei da Jô, fato.)
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Capitulo 19.
Rapidamente ela pulou da cama – que por ter sido usada por muito tempo, e ter sido mal conservada, rangeu – e foi até o encontro daquele homem.
Essa raiva foi se misturando com tristeza. Nem mais amor aos seus filhos ela tinha. Ela não agüentava mais inventar histórias para eles, para que suas perguntas a respeito do pai fossem respondidas. Ela pensou em matá-lo na próxima vez que ele pisasse naquela casa, porém ela não sabia se um dia isso iria acontecer. E se caso acontecesse, ela não tinha a mínima noção de quando seria. Mas tinha uma certeza, nunca conseguiria matar o único homem que ela amou em toda sua vida. Então desistiu da hipótese.
Quando morava com sua família - seus pais e dois irmãos - ela desfrutava de uma vida confortável, de uma vida boa. Porém, mesmo sempre tendo tudo o que ela queria, mesmo seus pais lhe ofertando as melhores coisas, ela não se sentia feliz. Até que conheceu Mario. Ela se apaixonou. Ele a conquistou com suas palavras, com suas promessas, com suas juras de amor eterno. E ela, como uma jovem inocente, acreditou. Ele o levou para cama, e a partir daí, ela passou a ser 'cega' por ele. Mesmo ele demonstrando que não era mais tão apaixonado por ela, não falando mais aquelas lindas palavras, ela não o largou, continuou perdidamente apaixonada. Eles namoraram por 2 anos escondidos de todos, até que sua irmã os flagrou juntos, e contou para seu pai. Seu pai, a proibiu de manter uma relação com ele, e a prendeu dentro de casa. Por dois meses ela ficara trancada em seu quarto, até que Mario conseguiu tirá-la de lá.
Um mês se passou e Mario retornou à sua casa. Porém não era mais uma de suas voltas que normalmente, antigamente, fazia. Voltou apenas para pegar suas duas peças de roupas, que ele possuía - era tudo que ele tinha dentro daquela casa. Estava determinado que esta seria a ultima vez que ele pisaria naquela casa.
- Por que está pegando suas coisa? - Rosalie perguntou aos berros.
Ele demonstrando impaciência, e pressa. Amontoou com mais pressas suas coisas.
- Tô indo embora, não interessa pra onde eu vou, não quero que me sigas.
- Pra onde pensas que vais? Nem família tens pra te oferecer um abrigo. Você sumiu por todo esse tempo, e quer sair por aquela porta sem nenhuma satisfação a me dar?
Ela se mostrara com mais raiva do que pretendia. O que tornou a situação pior do que já estava.
- Como já falei não interessa. Não quero você a minha volta. Vou começar uma vida nova, bem longe daqui. Bem longe de você.
- E seus filhos?
- Eles não são meus filhos, são somente seus. Somente seus!
Ela ficou mais indignada ainda com suas duras palavras. E o deixou partir, não queria sofrer mais ainda. Ela nunca pensara que um dia passaria por aquela situação, nunca pensara que um dia seu marido a largaria. Nunca pensou que poderia criar raiva da pessoa que ela mais amou em toda sua vida. Mas isso estava acontecendo. Por mais dura que fosse a realidade, era a realidade. Uma realidade pior do que ela poderia suportar.
Ele saiu porta a fora, sem nem se quer olhar para trás. Estava determinado. O que quer que tenha o feito largar aquilo, era bom o bastante para ele nem se quer pensar duas vezes. Seu olhar era vazio, não mostrava nenhum sentimento. Com isso ela acabara percebendo que aquele homem, não era o que ela tinha em planos, não era aquele homem que ela imagina. Era apenas uma ilusão.
Após a discussão ela sentou-se ao chão. E ali ficou por horas, sem se mexer, perplexa com a situação. Levantou-se dali apenas quando seu filho mais novo chorou. Chorou de fome. Era preciso alimentá-lo. Com poucas as forças que tinha pegou seu filho, e o amamentou em sua cama. Onde depois de muito sofrer, caiu no sono.
Duas semanas se passou e ela nada fez. Apenas alimentava seus filhos, e tentava cair na realidade. Após essas duas semanas ela tomou uma decisão, e não estava querendo perder tempo. Precisava realizar em menos tempo possível e o mais rápido possível. Levantou-se de sua cama, determinada a começar o que tinha em mente.
Seu plano estava todo feito em sua mente. Ela havia pensando em cada detalhe, estava tudo pronto para que ela começasse a colocar em ação.
Ela trocou de roupa, e pediu para que sua filha, a mais velha de todos os filhos, se arrumasse, para que ambas fossem dar uma volta. A menina estranhou a vontade da mãe, porém nada disse. Ela tinha muito medo de sua mãe, decorrente aos últimos dias, pois sua mãe não se mostrava estar em seu estado 'normal'. Parecia nem estar vivendo, apenas estava acordada, talvez pra ela: infelizmente.
A menina de forma rápida colocou a roupa que mais gostava. Ela não era daquelas meninas cheias de frescurinha que ficava escolhendo a roupa mais bonitinha, e assim por diante. Mesmo que, ela não podia, pois não tinha condições de comprar suas roupas, roupas belas. Ela tinha apenas algumas peças de roupa, algumas, bem poucas. Que ficavam em cima de um pedaço de madeira - pendurado na parede para que assim pudessem ser colocadas as roupas ali em cima, era uma madeira fraca, e ficava balançando, pois estava pregada de forma incorreta, na beirada da madeira havia umas pontas bem fininhas, onde muitos de seus irmãos já haviam se ferido -, dentro do quarto que ela dividia com os outros irmãos. Ela colocou uma blusinha branca, simples, e um macacãozinho, jeans, foi até a porta de casa e pegou sua sandália - um chinelinho de dedo, que estava quase arrebentando, era o único que ela tinha. O calçou. Foi até o banheiro e penteou seus longos e rebeldes cabelos. E ficou esperando que sua mãe terminasse de se arrumar.
Após sua mãe está pronta, ambas desceram os dois degrais - umas pilhinhas de tijolos quebrados, que estavam mal empilhados, assim ficavam em movimento - que ficavam na porta da casa. Margareth foi até a casa de sua vizinha, pediu para que a vizinha fosse até a casa dela, para que assim, pudesse cuidar de seus filhos. A vizinha aceitou, pois Margareth alegou que iria levar sua filha ao médico.
A menina estava toda empolgada para o passeio que iria dar com sua mãe. Ela não sabia ao certo aonde ia, mas já que estava com sua mãe, estava feliz. Era a primeira vez que ela iria sair, sozinha, com ela. Sua mãe nunca a convidava para dar uma volta, ou ao menos, conversava com ela.
Ela desceram a rua, sem ao menos dizer uma única palavra. Caminhavam de forma devagar pela rua. Chegaram ao fim da rua, e a menina estava toda esperançosa que sua mãe iria levá-la ao parque, que ficava do outro lado do fim da rua, em um terreno vazio. Mas Margareth nem se quer olhou para o parque, foi virando para a direita, entrando em outra rua. A menina já não sabia onde estava indo. Nunca saíra daquele bairro, a não ser quando acompanhava sua mãe quando ela ia ao hospital, para ter seus filhos.
- Se apresse, vamos mais rápido! - Exigiu a mãe, com uma voz fraca, parecendo com medo do que estava fazendo, ou iria fazer.
- Ta bom, mamãe. - A menina ficou mais tímida ainda, diante a forma no qual sua mãe lhe dirigiu a palavra, e a obedeceu, apressando seu passo.
Mesmo com as poucas palavras, e que as palavras ditas não fossem agradáveis, a menina não conteve sua felicidade, e estampou um sorriso na cara, com brilho nos olhos.
Ruas e ruas se passavam. Um lugar distante, onde a menina nunca havia pisado antes. Se sua mãe havia ido ali antes, ou não, ela não sabia, sua mãe não lhe contava aonde ia. A cada passo que davam à frente menos luz a menina via. As ruas iam se tornando cada vez mais escuras, sem iluminação alguma.
Até que depois de 10 minutos andando, por ruas e mais ruas, que não pareciam ter fim, a menina se depara com uma gigantesca praça. Era uma praça bem iluminada, havia vários bancos ao redor dela. Os bancos não estavam pintados, aliás, ainda havia um restinho de tinta em cada banco, mas que com o tempo, iria se apagar. No centro da praça havia um poço. Um poço enorme, que raramente era usado. O poço tinha quatro metros de profundidade, sendo que dois metros estavam cobertos de água. A praça estava vazia, como geralmente era encontrada. As pessoas que moravam próximos a praça não o freqüentavam, pois era uma praça que não tinha nenhuma atração que os interessasse.
Elas rodeavam a praça, com passos devagar. Rosalie olhava para todos os lados, como se houvesse desconfiando de algo. A menina se encantava com o passeio, apesar de que não era em um lugar muito agradável. Andavam, andavam, passavam pelos bancos, olhavam a paisagem ao seu redor - boa parte da área que rodeada a praça era mato, um matagal sem fim, que se arrastava por quarteirões.
Eram exatamente oito horas da noite. A lua estava linda. Um dia de lua cheia. Rosalie sentou-se em um dos bancos - talvez, fosse o mais sujo de todos, mas ambas parecia não se importar com esse detalhe -, a menina lhe acompanhou, sentando-se ao seu lado. Rosalie após sentar-se soltou a mão da menina, e continuou a observar o local.
A menina levantou-se, rapidamente, pulando do banco - o banco não era muito alto, mas a menina não alcançava os pés no chão -, sem que desse tempo de sua mãe colocá-la novamente no banco. E correu em direção ao poço. A felicidade estava estampada em seu rosto, os olhos brilhando, como de uma criança que acabara de ganhar um saco de doces. Tropeçou em uma pedra que estava no caminho, mas como estava com uma enorme curiosidade em ver como era aquele poço que estava a poucos metros dela, rapidamente se levantou, e voltou a seguir em direção ao poço, só que agora um pouco mais devagar. Ela nem se preocupara com os arranhões que ficaram em seu braço, e nem com o corte que ficou em seu joelho. Chegou ao muro que cercava o poço. E apoiou-se no muro, assim olhando a profundidade do poço. A menina espantou-se quando percebeu a profundidade, ela não conseguia encontrar o fim daquele buraco. Assim lançou seu corpo de volta ao chão. Voltou correndo para o banco onde sua mãe estava sentada, e sentou-se lá. Ficou quieta, sem falar uma única palavra, pela maior parte do tempo. Começou a, também, observar o céu, e os arredores daquela praça.
- O que você foi fazer lá?
- Só queria saber como que era lá.
- Eu deixei você ir até lá?
- Não...
- Então! - Rosalie deu um tapa no braço de sua, não mediu sua força, então, o tapa foi mais forte do que ela mesmo esperava.
A menina começou a chorar. Rosalie não deu a mínima atenção ao choro da menina. Aliás, o choro da menina só lhe deixou com mais raiva ainda.
- Pare de chorar! Agora! - Gritou Rosalie, para a menina.
A menina ficou tentando conter suas lágrimas, mas pouco conseguia. O medo em relação a sua mãe começou a aumentar o que fazia ter mais vontade de chorar. Com suas duas mãos, começou a esfregar seu rosto, na tentativa de secar as lágrimas. Deu um pulinho paro o lado, para distanciar-se um pouco se sua mãe, mas com receio de que ela brigasse com ela, novamente. Mas, Rosalie nem deu bola para a atitude da filha. Continuava a observar, atenciosamente, o local onde estavam.
Ninguém, em todo o tempo que elas permaneceram ali, ninguém passou por ali. Pássaros voavam de um lado para o outro, podia se ouvir alguns bichos no matagal ao redor, mas pessoas, não se avistavam nenhuma.
De repente, uma sombra começou a se formar diante elas. Aos poucos a sombra formada começou a aumentar alguém estava se aproximando. Ambas ficaram surpresas, pois não esperavam que alguém fosse até ali. Por um lado, também estavam com medo, pois a noite já tinha coberto o céu. A escuridão era total se não fosse as luzes que rodeavam a praça. Elas ficaram paradas, completamente paradas, esperando o momento no qual pudessem ver quem estava a se aproximar. A tensão foi tomando conta de ambas.
A sombra parecia ser cada vez maior. Rosalie resolveu enfrentar, seja quem fosse que estivesse ali atrapalharia seus planos, então, ela teria que tirar aquela pessoa dali o mais cedo possível. E sem deixar pistas do que iria fazer. Ela virou a cabeça bem devagar, com receio do que poderia ver, então, ela definitivamente conseguiu ver quem estava fazendo aquela enorme sombra. A menina mal se mexia. Rosalie suspirou, quando percebeu quem causava a sombra, não era quem, e sim o que.
Era um cachorro, grande por sinal. Todo preto, mas seu pelo estava coberto por algo, que não dava pra se definir, talvez fosse só sujeira. A menina pulou do banco na tentativa de ir brincar com o animalzinho que aparecera ali, mas sua mãe lhe impediu.
- Fique aqui, talvez a gente já esteja de saída.
- Ta bom, mas eu só queria ir ali fazer carinho nele.
- Já falei, fique aqui.
- Deixa eu brincar, só um pouquinho?
- Já falei que não, menina! Que teimosa.
- Ah, mãe, o que tem demais? O cachorrinho ta bem aqui.
- Cale a boca, menina, e te senta aí.
A menina não gostou da atitude da mãe, porém, de qualquer forma a obedeceu. Não queria que sua mãe se enraivasse mais do que já parecia estar.
O cachorrinho foi até a beira do poço, colocou a cabeça por cima do muro, de forma que ficasse observando a escuridão que a profundidade formava. A menina aproveitou o momento em que a mãe olhava para o lado, e correu até o cachorrinho. Rosalie não tardou muito a perceber a correria da menina, levantou-se impacientemente e caminhou devagar até a menina, que já estava na beirada do poço junto ao cachorro.
A menina pouco se importou com a aproximação da mãe, estava feliz por ter chegado lá, e com o cachorrinho ao seu lado. Acariciou-o e começou a conversar com ele, contado o que ela achava daquele poço, a beleza extraordinária que ele continha. Sua mãe sentou-se na beira do poço, ao seu lado. Observou-a, e permaneceu em silêncio por um curto tempo. Até que com um chute espantou o cachorro, segurou a menina com as duas mãos e a colocou em cima da beira do muro, onde ela antes estava sentada.
- Mamãe eu te amo! – Disse ela, com lágrima nos olhos.
Com a mão direita empurrou a menina pra dentro do poço.
Já em casa, dispensou a vizinha, alegando que a menina tinha pois teria que ser internada por alguns dias para avaliação médica, e que estava pedindo para ver os irmãos. A vizinha foi embora, Rosalie pegou os dois meninos e os levou consigo para fora de casa. Um dormia em seu colo, o outro atrapalhava-se com as pequenas pernas para que pudesse manter o passo que a mãe mantinha.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Keep Holding On - Avril Lavigne ( nem sei se eu já postei isso)
Keep Holding On - Avril Lavigne
Continue Aguentando - Avril Lavigne
Você não está sozinho
Juntos nós ficamos de pé
Estarei ao seu lado
Você sabe que segurarei sua mão
Quando fizer frio
E parecer ser o fim
e não tiver para onde ir
Você sabe que não desistirei
Não,eu não desistirei
Continue aguentando
Porque você sabe que conseguiremos,
conseguiremos
Apenas seja forte
Pois você sabe que estou aqui por você,
Estou aqui por você
Não há nada que possa dizer
Nada que possa fazer
Não há outro jeito em se tratando da verdade
Então continue aguentando
Porque você sabe que conseguiremos,
Nós conseguiremos
Tão longe
Eu gostaria que estivesse aqui
Antes que seja tarde demais
Isso tudo poderá desaparecer
Antes que as portas se fechem
E chegue ao fim
com você ao meu lado
Eu lutarei e defenderei
Eu lutarei e defenderei
(yeh, yeh)
Continue aguentando
Porque você sabe que conseguiremos,
conseguiremos
Apenas seja forte
Pois você sabe que estou aqui por você,
Estou aqui por você
Não há nada que possa dizer
Nada que possa fazer
Não há outro jeito em se tratando da verdade
Então continue aguentando
Porque você sabe que conseguiremos,
Nós conseguiremos
Escute quando eu digo
Quando digo que acredito
Nada irá mudar
Nada irá mudar,
O destino
O que quer que seja
Nós resolveremos perfeitamente
(yeh, yeh, yeh, yeh-ah)
(la ra ra ra ra)
Continue aguentando
Porque você sabe que conseguiremos,
conseguiremos
Apenas seja forte
Porque você sabe que estou aqui por você,
Estou aqui por você
Não há nada que possa dizer (nada que possa dizer)
Nada que possa fazer (nada que possa fazer)
Não há outro jeito em se tratando da verdade
Então continue aguentando
Porque você sabe que conseguiremos,
Nós conseguiremos
(ah ah ah)
(continue aguentando)
(ah ah ah)
(continue aguentando)
Não há nada que possa dizer (nada que possa dizer)
Nada que possa fazer (nada que possa fazer)
Não há outro jeito em se tratando da verdade
Então continue aguentando (continue aguentando)
Porque você sabe que conseguiremos,
Nós conseguiremos
E o valor que uma foto pode trazer? Poxa, olhar aquela imgem, recordar o momento e até deixar uma lágrima cair por este não voltar mais. Recordar a intensidade dos sentimentos que ali estavam, das pessoas que estavam presentes e que tempos após já não podiam mais estar. Esta imagem não trazia status e nem aparencia, trazia um recordação de algo que foi importante, e que ainda é. Geralmente, não trazia uma pessoa na qual foram criados laços/sentimentos instantaneos. Amigos pra sempre, ah, que frase sem sentido. Sem sentido. É tão repetida e tão pouco verdadeira.
Sabe, a foto não precisava ser editada, o momento era bom, trazia a lembrança do que realmente foi. Não se tirava inumeras fotos, e depois se substituia por aquelas que estavam mais de acordo com o momento ou com o modinha dominante.
Um dia se percebe que quantidade não é determinante. As vezes atrapalha. E que ninguém se torna melhor ou pior por elas. Deviam se preocupar mais em viver coisas intensas e não passageiras, e construir laços fortes não baseados em intereses. Ah, adolescencia imbecil.
Obs: ninguém consegue enganar a si próprio.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Sabe, não conseguir demonstrar a intensidade é torturante. Parece que são apenas palavras, simples, e que estas podem fazer-te perder o bem amado por serem fracas. E mesmo que tuas palavras se tornem excessivas há sempre o sentimento de que é pouco. Ah!
Mas, ah, um simples olhar carrega muitos sentimentos, então se tens a veracidade do que sentes, não te preocupe.
Love Is My Disease - Alicia Keys
Todo o meu mundo vai com você
Eu pensei que o amor fosse minha cura
Mas agora é minha doença
Eu tento ser madura
Mas eu sou um bebê quando você vai
Como eu poderei me acostumar a ficar sem você?
Baby, baby, baby, eu estou viciada
Quando eu preciso de você aqui o tempo todo?
Eu não tenho certeza se isso é saldável
É uma doença, porque eu me sinto como se tivesse perdido minha cabeça
E eu sei que não tem há medicamento
Nada que eu posse tomar, nenhum remédio
Baby, por favor fique
Quando você se vai parece que
Todo o meu mundo vai com você
Eu pensei que o amor fosse minha cura
Mas agora é minha doença
Eu tento ser madura
Mas eu sou um bebê quando você vai
Como eu poderei me acostumar a ficar sem você?
Oh oh oh, baby baby baby, eu sinto uma febre
Só de pensar em você saindo do meu lado
Oh, e eu não serei a mesma até você me envolver
É tudo o que eu preciso, oh sim
Quando você se vai parece que
Todo o meu mundo vai com você
Eu pensei que o amor fosse minha cura
Mas agora é minha doença
Eu tento ser madura
Mas eu sou um bebê quando você vai
Como eu poderei me acostumar a ficar sem você?
É isso o que eu passo quando você se vai
Algumas sintonias sérias no desenho
Lançando e virando na minha cama
Acordando mais molhada que um sour frio
Cabeça acesa procurando você
O que eu devo fazer?
Quando estou com fome e não consigo me saciar do seu amor
Quando você se vai parece que
Todo o meu mundo vai com você
Eu pensei que o amor fosse minha cura
Mas agora é minha doença
Eu tento ser madura
Mas eu sou um bebê quando você vai
Como eu poderei me acostumar a ficar sem você?
quinta-feira, 24 de junho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Só hoje.
Nem que seja só pra te levar pra casa
Depois de um dia normal...
Olhar teus olhos de promessas fáceis
E te beijar a boca de um jeito que te faça rir
(que te faça rir)
Hoje eu preciso te abraçar...
Sentir teu cheiro de roupa limpa...
Pra esquecer os meus anseios e dormir em paz!
Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua!
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria...
Em estar vivo.
Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar...
Me dizendo que eu sou o causador da tua insônia...
Que eu faço tudo errado sempre, sempre.
Hoje preciso de você
Com qualquer humor, com qualquer sorriso
Hoje só tua presença
Vai me deixar feliz
Só hoje.
Hoje, hoje, hoje...
segunda-feira, 21 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
If Tomorrow Never Comes - Legião Urbana
Eu fico deitado desperto e observo-o dormir.
Ele está perdido em sonhos tranquilos,
Então eu apago as luzes e permaneço lá no escuro
E o pensamento atravessa minha mente:
Se eu nunca acordar de manhã,
Ele algum dia duvidaria do modo como eu me sinto
A seu respeito em meu coração?
Se o amanhã nunca chegar,
Ele saberá o quanto eu o amava?
Eu tentei de todas maneiras, mostrar-lhe todo dia
Que ele é o único para mim?
E se meu tempo na terra estivesse terminado
E ele tivesse de enfrentar o mundo sem mim,
O amor que eu lhe dei no passado
Será suficiente para durar
Se o amanhã nunca chegar?
Porque eu perdi pessoas amadas em minha vida
Que nunca souberam o quanto eu as amava.
Agora eu vivo com o remorso
Que os meus verdadeiros sentimentos por eles
Nunca foram revelados.
Então eu fiz uma promessa a mim mesmo:
De dizer, a cada dia, o quanto ele significa para mim,
E evitar a circunstância
Onde não haja uma segunda chance de dizer-lhe
Como eu me sinto.
Então diga para aquele alguém que você ama
Exatamente o que você está pensando.
Se o amanhã nunca chegar...
Né, minha Tia velha coroca idosa purgante invejosa <3 Legiããão *-*
ÍNDIOS - RENATO RUSSO.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo Deus foi morto por vocês -
É só maldade então, deixar um Deus tão triste.
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho.
Entenda - assim pude trazer você de volta prá mim,
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura para o meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes.
Pra minha tia, que eu sei, que no fundo, também, gosta do meu Renatinho <3
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Lados.
Procure ver os dois lados da situação, aceite aquele que te é melhor, provavelmente adquirirás mais felicidade.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Eu Sei Que Vou te Amar ♪
Eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida eu vou te amar
Em cada despedida eu vou te amar
Desesperadamente, eu sei que vou te amar
E cada verso meu será
Prá te dizer que eu sei que vou te amar
Por toda minha vida
Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que esta ausência tua me causou
Eu sei que vou sofrer a eterna desventura de viver
A espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida