terça-feira, 4 de janeiro de 2011

'Ao contrário de Mimmi, Lisbeth Salander nunca se considerou uma autêntica lésbica. Nunca se preocupou em saber se era hétero, homo ou talvez bissexual. De modo geral, dava pouca importância a rótulos e achava que não competia a ninguém saber com quem ela passava a noite. Se fosse absolutamente necessário escolher, sua preferência sexual seria os rapazes — pelo menos eles lideravam as estatísticas. O único problema era encontrar um que não fosse um debilóide e fosse bom de cama, e Mimmi representava uma boa solução- tampão, capaz de mantê-la acesa.'

Concordando com este pensamento, eu não sei por que as pessoas tendem a dar tanta importância à este rótulo. Ficar rotulando o bichinha ali, o viadinho lá, o sapatão não sei onde, e tudo mais, não te torna melhor que este. Não é digno de respeito quem julga. E menos ainda quem se esconde. Muita gente passa um vida inteira sem ser quem realmente é por causa dos preconceitos que sofreria. Muitos homens e mulheres se escondem atrás de uma família, e de filhos. E os traem, escondidos. Traem a si próprios, mais ainda.
Também há essas modinhas de bissexualismo, que são rídiculas ( julgamento), porém podem contribuir para a diminuição do preconceito.
Por um ponto de vista o homossexualismo é totalmente incorreto, por outro é correto. Mas... será que é pecado ser feliz ao seu modo?
Desejar uma mulher, beijar uma mulher não te torna lésbica. Amar um homem não te torna gay. Isso é só coisa da cabeça. Se ligue.

Nenhum comentário: