'Ao contrário de Mimmi, Lisbeth Salander nunca se considerou uma autêntica lésbica. Nunca se preocupou em saber se era hétero, homo ou talvez bissexual. De modo geral, dava pouca importância a rótulos e achava que não competia a ninguém saber com quem ela passava a noite. Se fosse absolutamente necessário escolher, sua preferência sexual seria os rapazes — pelo menos eles lideravam as estatísticas. O único problema era encontrar um que não fosse um debilóide e fosse bom de cama, e Mimmi representava uma boa solução- tampão, capaz de mantê-la acesa.'
Concordando com este pensamento, eu não sei por que as pessoas tendem a dar tanta importância à este rótulo. Ficar rotulando o bichinha ali, o viadinho lá, o sapatão não sei onde, e tudo mais, não te torna melhor que este. Não é digno de respeito quem julga. E menos ainda quem se esconde. Muita gente passa um vida inteira sem ser quem realmente é por causa dos preconceitos que sofreria. Muitos homens e mulheres se escondem atrás de uma família, e de filhos. E os traem, escondidos. Traem a si próprios, mais ainda.
Também há essas modinhas de bissexualismo, que são rídiculas ( julgamento), porém podem contribuir para a diminuição do preconceito.
Por um ponto de vista o homossexualismo é totalmente incorreto, por outro é correto. Mas... será que é pecado ser feliz ao seu modo?
Desejar uma mulher, beijar uma mulher não te torna lésbica. Amar um homem não te torna gay. Isso é só coisa da cabeça. Se ligue.
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